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Você não precisa perder o controle das suas dívidas.

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Como podemos te ajudar?

Minha atuação é voltada especialmente para pessoas que perderam o controle da vida financeira, estão excessivamente comprometidas com dívidas ou precisam encontrar uma estratégia para reorganizar suas finanças.

Ação de Repactuação de Dívidas (Superendividamento)

Ação Revisional de Contratos Bancários

Orientação Personalizada para Reorganização Financeira

Sobre o Advogado

Jeferson Felipe Souza é advogado, inscrito na OAB/RS 130.993, com atuação especializada em Direito Bancário, especialmente em casos de superendividamento, contratos bancários e proteção da renda.

Além da atuação jurídica, desenvolve trabalhos voltados à organização e educação financeira, auxiliando pessoas que buscam não apenas solucionar suas dívidas, mas compreender e transformar a relação que possuem com o dinheiro.

Giliar Pires Office @luancardoso.av-3

DÚVIDAS FREQUENTES

O superendividamento ocorre quando uma pessoa possui tantas dívidas que não consegue pagá-las sem comprometer despesas essenciais, como alimentação, moradia, saúde e demais necessidades básicas.

Nesses casos, é possível analisar a situação financeira como um todo e buscar uma estratégia para reorganização e repactuação das dívidas de forma judicial ou extrajudicial.

Primeiro, é realizada uma análise das dívidas, contratos, renda e comprometimento financeiro.

A partir disso, pode ser proposta uma ação buscando a reorganização das dívidas e a construção de condições de pagamento compatíveis com a capacidade financeira do consumidor, inclusive com tentativa de conciliação com os credores.

Isso depende da natureza de cada dívida. Em geral, podem ser analisadas diversas dívidas de consumo, como empréstimos pessoais, cartões de crédito, cheque especial, crediário e outras.

Existem dívidas que possuem tratamento diferente ou que não podem ser incluídas no procedimento, como financiamento de veículo e financiamento imobiliário. Por isso, é necessário analisar individualmente os contratos e a origem do endividamento.

Dependendo das características do caso, pode ser possível buscar judicialmente medidas para preservar uma parcela da renda necessária às despesas essenciais do consumidor.

A possibilidade e a extensão dessa proteção precisam ser avaliadas individualmente, considerando renda, contratos, descontos e demais obrigações financeiras.

Não necessariamente. O ponto principal não é simplesmente estar com o nome negativado, mas verificar se o conjunto das dívidas se tornou incompatível com a renda e com a manutenção das despesas essenciais.

É uma ação destinada à análise e eventual discussão de condições de um contrato bancário.

Podem ser avaliadas questões relacionadas a juros, encargos, forma de contratação, evolução da dívida e outras condições que possam apresentar irregularidades ou abusividades.

Não. A existência de uma taxa superior à média de mercado, isoladamente, não significa automaticamente que o contrato seja abusivo.

A análise revisional exige a avaliação das circunstâncias concretas da contratação e dos critérios jurídicos aplicáveis ao caso.

Sim, contratos de financiamento de veículos podem ser analisados para verificar as condições da contratação, taxas, encargos e demais cláusulas.

Isso não significa que todo financiamento possua irregularidades. A documentação precisa ser analisada antes de definir se existe fundamento para uma medida judicial.

Sim. Empréstimos consignados também podem ser objeto de análise, especialmente quando existem dúvidas relacionadas às condições contratadas, encargos, renegociações sucessivas ou comprometimento excessivo da renda.

A atuação extrajudicial começa com um diagnóstico das dívidas e da situação financeira do cliente.

A partir dessa análise, é definida uma estratégia que pode envolver contato com instituições financeiras, análise de propostas, negociação de condições de pagamento e orientação sobre quais dívidas devem ser priorizadas.

O primeiro passo é realizar um diagnóstico.

São analisados fatores como renda, despesas essenciais, quantidade e natureza das dívidas, contratos existentes, descontos mensais e histórico do endividamento.

A partir disso, é possível identificar se o caminho mais adequado envolve superendividamento, ação revisional, negociação extrajudicial, reorganização financeira ou uma combinação dessas estratégias.

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